Implantodontia

A Implantodontia atua na instalação de implantes osseointegráveis, que irão reter as próteses, atuando como raízes artificiais, e também nos enxertos ósseos muitas vezes necessários previamente à instalação desses implantes. Os implantes atualmente são uma excelente opção para a substituição de dentes perdidos, com a vantagem de se evitar o desgaste de estrutura dentária sadia, como é comumente realizado nos pacientes que se sujeitam a tratamentos com pontes-fixas.

Para ser candidato a um implante dentário, o paciente que perdeu um ou mais dentes tem que preencher alguns requisitos: gozar de bom estado geral de saúde, ter altura e espessura mínimas de osso necessárias para a instalação dos implantes, entre outros.

Vale ressaltar que o implante não é o trabalho final a ser realizado na reposição de um dente perdido. Ele representa uma fase desse trabalho. Sobre esse implante, ainda será colocada uma prótese reproduzindo o elemento que falta.

barra-2

Galeria de Fotos

Implante Unitário

Implante Múltiplo

Carga Imediata

Prótese Overdenture

Prótese Protocolo

*Cada miniatura de imagem representa uma galeria sobre um caso específico, clique e navegue (através das setas do seu teclado ? e ?) para visualizar o caso completo.

Videos

barra-2

Perguntas Frequentes

Precisei extrair um dente, o que pode ser feito para repor esse dente perdido?
Basicamente falando, existem três tipos de procedimentos protéticos que são usados para reposição de dentes ausentes. São eles: prótese fixa sobre implante, prótese fixa sobre dentes vizinhos ao espaço vazio e prótese removível. Cada um desses apresenta vantagens e desvantagens com relação às outras. É preciso que o dentista avalie o caso e passe as opções possíveis e recomendáveis para solucionar o problema, considerando os aspectos funcionais e estéticos, assim como tempo de execução e custo dos procedimentos. Com a indicação correta, dentro dos requisitos técnicos necessários, todas as possibilidades podem ser bem sucedidas.
Se a minha restauração provisória cair o que eu devo fazer?
 Se possível, entre em contato com o seu dentista para que ele possa recimentá-la na posição o quanto antes. Se for o caso de você só puder ser atendido dias após a queda da coroa, é interessante mantê-la em posição o máximo de tempo possível. Só tome cuidado: se ela estiver muito folgada no dente, evite comer ou dormir com ela, pois você pode acidentalmente engoli-la!
Que tipo de escova deve ser usada para limpar a prótese removível?
Existe uma escova dental projetada para dentaduras, cuja característica é a presença de dois comprimentos de cerdas – curtas para higienizar a parte externa e os dentes da prótese, e longas para higienizar a parte interna da dentadura, que é de acesso difícil para a escova comum. Essa escova não é encontrada com a mesma facilidade para compra como a escova comum, mas pode ser substituída por uma escova macia. 
Que produtos devem ser utilizados para complementar a higienização da prótese total?
Atualmente, os fabricantes de escovas dentais já apresentam uma linha de produtos efervescentes para higienização química das próteses, contribuindo para diminuir a dificuldade encontrada pelos idosos ou portadores de problema de coordenação motora. É importante ressaltar que o uso de produtos efervescentes não substitui a higienização com escova e pasta.
Como deve ser feita a higienização bucal do desdentado?
Nos pacientes idosos, freqüentemente portadores de dentadura, o fluxo salivar está diminuído, influenciado também pelo uso de medicamentos, o que pode gerar o início da halitose e maior número de cálculos. Para evitar várias doenças como a candidose, causada por fungo que pode se manifestar na boca, deve-se ter cuidado com a higiene bucal e a limpeza das próteses.

As dentaduras podem ser higienizadas mecanicamente com escovas apropriadas, dentifrício ou sabão e água fria, sempre após as refeições. Recomenda-se, antes de iniciar a higiene, colocar uma toalha dentro da pia, pois em caso de queda, a prótese não se quebrará. Pode-se completar essa higiene com uma limpeza química com produtos efervescentes ou deixar a prótese em um copo com água e bicarbonato durante a noite. Deve-se sempre explicar ao paciente que o uso de produtos caseiros como água sanitária ou pós de limpeza (tipo Sapólio) não é indicado, uma vez que descolorem e arranham o acrílico. Para a higienização da boca, deve-se escovar a língua com movimentos suaves utilizando uma escova macia e creme dental ou limpador de língua encontrado no mercado. Pode-se fazer bochechos com anti-sépticos bucais ou água filtrada e bicarbonato de sódio (2 colheres de chá em um copo com água).

É necessário ficar algum período do dia ou da noite com a prótese fora da boca?
Este é um assunto difícil. Enquanto muitos autores recomendam a remoção das próteses durante a noite, para que os tecidos não fiquem sob ação das próteses e dos possíveis microorganismos a elas associados, a maioria dos pacientes não aceitam essa conduta, pois se sentem constrangidos psicologicamente em tê-las em um copo. Outro motivo para não dormir com as dentaduras é a diminuição da sua estabilidade e retenção, pois a tendência do paciente é “segurá-las” pela ação muscular ou apertando os dentes durante toda a noite, o que ocasionará dor devido à parafunção. Portanto, é recomendável dormir sem a dentadura, deixando-a sempre em um copo com água e bicarbonato ou produto efervescente para limpeza durante a noite.
Quando não é mais possível higienizar a prótese a ponto de ela ter de ser substituída?
As próteses totais devem ser substituídas no máximo a cada cinco anos, pois os requisitos funcionais e estéticos estarão comprometidos, mesmo que tenham sido cuidadas e higienizadas rigorosamente. Durante esse tempo, deve ter havido controles para se checar tecidos moles, adaptação, oclusão, higiene e de cavidade oral. Pacientes que tiveram tártaro nos dentes naturais provavelmente terão nas dentaduras artificiais. Não é difícil evitar que ele se forme se for feita uma higienização correta, pois caso contrário, a prótese terá odor desagradável, e a mucosa oral se apresentará inflamada.
Devo usar produtos de fixação?
Quando se coloca um novo par de dentaduras, espera-se que a retenção do trabalho na boca seja boa o suficiente a ponto de não precisar usar o fixador. Com o intuito de otimizar a retenção das próteses, é válido utilizar tais produtos, uma vez que aumenta a confiança emocional e social do paciente, além de aumentar a força da mordida. Vale lembrar que a película de adesivo deve ser bem espalhada na base da prótese e bem fina para não desestabilizar a prótese.
Como devo fazer para limpar uma ponte fixa?
As próteses fixas, por apresentarem dentes unidos entre si, impedem o uso do fio dental de maneira convencional. Além disso, aumentam a retenção de alimentos entre a prótese e a gengiva. Isso leva o paciente portador desse tipo de trabalho a necessitar de dispositivos diferenciados para correta higienização do local. A dificuldade em higienizar o local não deve desestimular o paciente a fazê-lo, muito pelo contrário. Além da escovação convencional, alguns artifícios podem ser usados, como o passa-fio (espécie de agulha de plástico que conduz o fio por baixo da ponte), escovas interproximais, fios especiais, com pontas mais rígidas para guiar o fio, waterpic (aparelho de jato de água para uso doméstico). Cada um destes apresenta características que complementam as limitações dos demais. Enfim, o profissional pode orientar qual produto e como utilizá-lo da melhor maneira.
Que áreas devem ser higienizadas numa ponte fixa?
Na realidade todas as superfícies dentárias expostas ao meio bucal devem ser higienizadas. Em pacientes portadores de próteses, a união entre dente e material restaurador é uma área de maior propensão a acumular placa. Então para evitar a infiltração de bactérias nas margens da restauração, deve-se dar atenção a limpeza dessas regiões. Quando essas margens localizam-se dentro do sulco gengival, o risco de haver inflamação na gengiva é muito grande. Portanto, não deixar resíduos sob a ponte e nas margens da restauração é vital para a longevidade do trabalho e para a saúde dos tecidos que seguram o dente.
Como o implante não dá cárie, preciso ser tão rigoroso com a higienização?
Apesar de um implante de titânio não sofrer a desmineralização como acontece na cárie dental, o mesmo pode ser perdido em caso de infecções severas nos tecidos que o suportam. Infecções, que no dente natural promovem perda óssea, também podem ocorrer em implantes e numa velocidade muito mais rápida, pois o titânio apresenta roscas que facilitam o acúmulo de placa e dificultam a limpeza. Não deixe de escovar bem a região onde o dente emerge do implante, pois esta é a área mais crítica. Sempre que o acesso não puder ser obtido com a escova, outros métodos devem ser empregados para higienização, seja fio dental, escova interdental, escova unitufo. Seu dentista pode dar uma orientação mais específica para o seu caso.
Quais cuidados são necessários a partir do momento que tenho um dente restaurado?
Toda restauração em um dente, seja uma simples obturação em resina ou amálgama, seja uma coroa, bloco ou faceta, apresenta um comportamento diferente de um dente natural, no que diz respeito a como o material reage em condições diversas, como o frio, calor, umidade e mastigação. Enfim, o paciente precisa entender que toda restauração é uma prótese e, por esse motivo, deve respeitar as limitações de uso da mesma. A mastigação de alimentos muito duros ou muito pegajosos pode trazer problemas para a restauração, como fraturas, desgastes e descolamentos. É importante frisar que, dependendo do grau de exigência da restauração, ocasionalmente pode ser necessário substituí-la. Portanto, se você acabou de realizar um tratamento dentário, pense duas vezes antes de roer aquele ossinho de galinha, aquele pé-de-moleque, ou aquele caramelo.
Qual a diferença entre a restauração de amálgama (prateada) e a resina (branca)? Qual é melhor?
A restauração de amálgama é uma restauração direta, metálica, confeccionada em dentes posteriores, quando os mesmos apresentam lesões cariosas de pequena e/ou média extensão. Existem diferentes opiniões acerca da biocompatibilidade desse tipo de restauração, devido à presença de mercúrio em sua composição. Existem profissionais que contra-indicam o uso desse material. Apesar disso é um material de excelente durabilidade, quando o procedimento é bem indicado e realizado, e o paciente faz um bom controle de higienização. O maior inconveniente está relacionado à sua péssima estética. Visando suprir as exigências estéticas dos pacientes foram desenvolvidos materiais resinosos (compósitos), que apresentam normalmente a mesma indicação que os amálgamas de prata. Com uma excelente estética, pode-se confeccionar restaurações praticamente imperceptíveis, com boa durabilidade e biocompatibilidade. O ponto fraco, na nossa opinião, está relacionado à velocidade de desgaste da resina ao longo do tempo, e a sensibilidade à técnica de execução, ou seja, é mais difícil de ser realizado e requer mais perícia do profissional.

Todos os direitos reservados © Benvenuto Odontologia 2014 - Desenvolvido por: Inova House